Já foi notícia
seta  Exposição do mês na ART
seta  Há luz na rampa do metro!
seta  Esquadra da PSP não deverá sair!
seta  Barreiras Sonoras Eixo N-S: Nada para nós!
seta  Concurso Ideias espaços vazios em Telheiras
seta  Recolha de óleos de cozinha usados

seta  I Feira de Telheiras

seta  Tampas de plástico deram cadeira de rodas

seta  Descobrir Telheiras - 1º concurso fotográfico ART

seta  Concurso de ideias sobre os espaços vazios em Telheiras

seta  ESQUADRA da P.S.P. PODE SER ENCERRADA!

seta  Acesso ao Carrefour pela R.Hermano Neves

seta  Metro e construção da Praça Central

seta  Bomba gasolina na r. Fernando da Fonseca

seta  O novo estádio do Sporting

seta  Viaduto e acessos ao novo estádiol

seta  Separadores nas ruas Fernando da Fonseca e Vieira de Almeida

seta  Hortas e jardim da Qtª Santana

seta  Gasolineira a mais no Alto da Faia

seta  Bomba de gasolina do Alto da Faia

seta  PER e polidesportivo e Bomba de gasolina

seta  Passagens desniveladas

seta  Rua Eduardo Araújo Coelho

seta  Praça Central

seta  Realojamento de moradores do antigo Núcleo de Telheiras

 
seta  Exposição do mês na ART|Topo|

| Novembro 2007 |

«Jacarandás em flor» Exposição de fotografia de Fátima Neiva Correia De 1 a 30 Novembro

 

 
seta  Há luz na rampa do metro!|Topo|

| Novembro 2007 |

Finalmente a rampa do Metro tem luz! Após mais de 3 anos sem luz, a EPUL mandou instalar 3 novos candeeiros na praceta, 2 projectores à saída do Metro e 3 candeeiros na rampa para a r. Francisco Gentil, isto graças ao empenho pessoal do seu presidente que atendeu às reclamações dos telheirenses. Bem haja, sr. engº João Teixeira!

 

 
seta  Esquadra da PSP não deverá sair! |Topo|

|Novembro 2007 |

Depois de pedido esclarecimentos ao Ministro da Administração Interna (MAI), à Governadora Civil de Lisboa, à Direcção Nacional da PSP e ao Comando Metropolitano da PSP, e só de pois de insistir, é que esta ultima entidade enviou resposta de que se transcreve parte: “Não é da competência da PSP, em especial do Comando Metropolitano (…) a decisão de encerramento ou abertura de Esquadras (…) uma vez que não tinha dados nem conhecimento (este Comando) enviou a missiva a instâncias superiores (…) somos a informar que não temos conhecimento de qualquer iniciativa de encerramento de qualquer esquadra na Àrea Metropolitana de Lisboa…”

Ficamos assim a saber que não é o Comando Metropolitano quem decide do fecho ou da abertura de esquadras, mas que até à data – 1/8/2007 – não tinha indicação de encerramentos, nem em Telheiras, nem em Lisboa. Quem decide não nos respondeu, MAI e Governo Civil. A ver vamos!

 

 
seta  Barreiras Sonoras Eixo N-S: Nada para nós!!|Topo|

|Novembro 2007 |

Inaugurada a obra, ficou a vista de todos que as barreiras não chegaram onde mais eram necessárias. Ou seja, há barreiras sonoras no enorme viaduto agora construído mas não onde foram reclamados e mais faziam falta.

A carta que a comissão de luta pelas barreiras recebeu em 27/02/2006, por parte da Estradas de Portugal, assinada pelo seu vice-presidente, falava em prioridade na implementação de 2685 metros lineares de barreiras, logo que fosse encontrado um novo concessionário para o Eixo Norte Sul. Apenas não disseram quais os troços onde eram colocadas! Vamos parar? Claro que não!

 

 
seta  Concurso Ideias espaços vazios em Telheiras|Topo|

|Novembro 2007 |

Terminado o prazo de entrega dos trabalhos concorrentes, que foram vários, o júri vai reunir, apreciá-los e oportunamente dará o seu parecer.

 

 
Cartaz
seta  Recolha de óleos de cozinha usados|Topo|

| Junho 2007 |

Como fazer:
1º) Guarde os óleos vegetais de cozinha usados – de milho, soja, girassol, colza, etc - sem restos de cozinha, impurezas, nem água;
2º) Ponha numa garrafa de plástico (qualquer capacidade), bem rolhada, embrulhada num saco plástico atado;
3º) Entregue na APCL- Rua prof. Vieira de Almeida, 6, c/v (torre ao pé do Quiosque Verde), ou na Av. Rainha D. Amélia ou na ART – Rua Mário Chicó, 5 loja.
Note bem:
Não coloque óleos minerais, sintéticos ou mecânicos. Só óleos vegetais.
Campanha da APCL - Associação de Paralisia Cerebral de Lisboa.

O QUE é o BIODIESEL?
- É um combustível líquido idêntico ao gasóleo.
- É obtido por transesterificação metílica de óleos ou gorduras vegetais, virgens ou já usados.
- Quimicamente é um monoéster metílico.
- É menos poluentes em CO2 do que o gasóleo
- Tem rendimento igual ao gasóleo
- Custa 0,85 ¤ / Lt  c/IVA  (isento ISP – Imposto sobre produtos petrolíferos).
- A mistura biodiesel com gasóleo, pode ir até 100% de biodiesel (0% gasóleo). Em qualquer combinação tem praticamente o mesmo rendimento.
- Convencionou-se B10, B20,… B50,… B100 consoante a mistura tem 10%, 20%... 50%.. 100% de biodiesel.
- Actualmente já é adicionado 5% ao gasóleo vendido
- Não carece de nenhuma adaptação dos motores.
- Pelo seu poder solvente, requer, no início, a substituição de filtro, dada a depuração de impurezas do depósito.
- Por lei só é vendido a frotas ou entidades com depósito de combustível próprio.

 

 

I Feira de Telheiras |Topo|

| Novembro 2007 |

Na Praça Central à saída do Metro 6ªfª, sabº e domº 9 ,10 e 11 Novº, das 14h30 às 21h Musica, diversão, feira da tralha e muito mais.

Informações

Tampas de plástico deram cadeira de rodas |Topo|

| Junho 2007 |

Após 18 meses em que se recolheram 3 toneladas de tampas de plástico, entregues à Valorsul, esta ofereceu ao Alcino Cardoso uma cadeira de rodas nova,. Foi no passado 5 Março em que reunidos na ART os mais directos apoiantes – a APPC- Associação Portuguesa de Paralisia Cerebral e o Centro Comunitário de Telheiras – o Alcino recebeu do administrador da Valorsul, a tão necessária cadeirinha. Graças ao empenho de Luís Ferreira e de Helena Torres que puseram esta ideia em marcha e de todas as pessoas, comércios, escolas e tantos que generosamente foram trazendo tampinhas, conseguiu-se mostrar que reciclar compensa! E que a solidariedade é uma realidade. Bem-haja a todos. Valeu a pena e vale a pena continuar.
- Milhares de pessoas, centenas de famílias deram tampas de plástico
- 18 escolas, infantários, centro comunitário, biblioteca, muitas entidades,
- 55 cafés, restaurantes e bares participaram
- 3.040 Kg tampas recolhidas e entregues à Valorsul
- A Valorsul recebeu 623 ¤ por ton. de tampinhas da Sociedade Ponto Verde
- O Alcino recebeu da Valorsul uma cadeira de rodas no valor de 2.500 ¤

Todos ganharam! O ambiente, a economia e o desenvolvimento sustentável também!
Parabéns a todos! E a recolha de tampas continua!

Agora a favor da APCL – Associação de Paralisia Cerebral de Lisboa, continue a deixar as suas tampas de plástico na ART ou na APPC que esta última se encarrega de as levar para a reciclagem. Assim ajuda este centro ocupacional, situado nas traseiras da torre da Rua Prof. Vieira de Almeida, nº 6, c/v, com entrada junto ao  Quiosque Verde. Visite-os. Têm várias actividades e prestam diversos serviços (distribuição de correio, envelopagem, etc.). Consulte-os: 217572457/88.

Descobrir Telheiras - 1º concurso fotográfico ART |Topo|

| Maio 2007 |

Foram premiados os seguintes concorrentes: 

1º Luís Falhas Santos; 2º ex-aequo Wellington Quirino, Fátima Neiva Correia e Alexandra Aníbal

Entrega de prémios Concurso Fotográfico + Fest’ART = Danças em Linha + Guitarra
Sabº 16 Junho - 17h30 na Biblioteca Orlando Ribeiro, com entrada livre

Concurso de ideias sobre os espaços vazios em Telheiras |Topo|

| Junho 2007 |

A fim de propor ideias de arranjo e de ocupação para seis dos espaços ainda livres de Telheiras, a ART vai promover um concurso de ideias para os seguintes locais: convento, canto nascente do jardim, espaço junto à escola 57/jardim infantil, espaço junto à Torre Vicentina entre a estrada de Telheiras e o túnel do metro, espaço junto à saída da Fernando da Fonseca para a Padre Cruz e estacionamento entre a Mark Athias e o Eixo N-S. Soluções integradas para os seis espaços serão mais pontuadas, mas pode enviar somente para um ou alguns destes espaços. Os trabalhos deverão ser entregues com memória descritiva  de 15 Junho  até 15 Outubro 2007 na ART. Participe e envie o seu projecto..

A fim de propor ideias de arranjo e de ocupação para seis dos espaços ainda livres de Telheiras, a ART vai promover um concurso de ideias para os seguintes locais: convento, canto nascente do jardim, espaço junto à escola 57/jardim infantil, espaço junto à Torre Vicentina entre a estrada de Telheiras e o túnel do metro, espaço junto à saída da Fernando da Fonseca para a Padre Cruz e estacionamento entre a Mark Athias e o Eixo N-S. Soluções integradas para os seis espaços serão mais pontuadas, mas pode enviar somente para um ou alguns destes espaços. Os trabalhos deverão ser entregues com memória descritiva  de 15 Junho  até 30 Outubro 2007 na ART. Participe e envie o seu projecto.

 

Para consultar ficheiros de apoio ao concurso clique aqui

Programa do Concurso de Ideias  
“Espaços Vazios no centro de Telheiras”


Pretendem-se propostas de projecto para os espaços ainda não urbanizados
na zona central de Telheiras, no respeito pelo PDM 1995 em vigor.

A ART, promotora do concurso, não é detentora dos terrenos, pelo que se trata dum exercício de criação que não implicará a execução do projecto vencedor.

Os trabalhos premiados serão propostos à EPUL e à CML – proprietária e licenciadora dos terrenos - como soluções desejáveis para os espaços em vista.  

Os espaços em apreciação são:

a) Qtª de Sant’Ana: espaço nascente do Parque central de Telheiras
b) Célula do Convento e da Igreja
c) Lote da rua Hermano Neves junto à Escola Básica nº 57 e J.Infância
d) Espaço r. Prof. Fernando da Fonseca, junto ao acesso av. Pde. Cruz
e) Espaço entre Estª Telheiras, nº 79 (Torre Vicentina) e o túnel do Metro
f) Estacionamento entre a rua prof.Mark Athias e o Eixo N-S


As propostas:

A) Para o espaço (a) Qtª de Sant’Ana deverão:

A.1)  ser de uso público,

A..2) respeitar os artº 18, 19, 81,82,83 do regulamento do PDM de Lisboa;



B) Para o espaço (b) Célula do Convento e da Igreja deverão:

B.1) continuar ou articular-se com o vizinho “Bairro Jardim” - conjunto de moradias mono-familiares consolidado;

B.2) enquadrar a igreja e o conjunto de casas já renovadas (a casa amarela e casa lilás, da Estrada de Telheiras nº 102 ) enquanto núcleo característico e memória do bairro, a antiga quinta de Sant’Ana.

B.3) renovar o “convento”, preferencialmente para equipamento colectivo, centro social-paroquial, numa perspectiva de apoio e ampliação da igreja já existente, bem como para outros serviços sociais, culturais e comércio;

B.4) uma configuração de adro de igreja, zona pedonal e ciclável de acesso limitado aos residentes;

B.5) o todo com uma cércea  que respeite a torre e o edifício da igreja, que constituirá referência arquitectónica-paisagística do que for proposto.


C) Para as áreas (c), (d), (e) as propostas poderão:

C.1) contemplar qualquer tipo de uso;

C.2) enquadrar-se urbanisticamente no já existente, quer do ponto de vista funcional quer paisagístico, quer estético;
      
C.3) ter uma baixa densidade de construção e de cérceas, no limite dos já        existentes;

D) Para a área (f) as propostas deverão:

    D.1) ser de uso público e espaço aberto;

    D.2) combinar estacionamento com espaço verde e espaço lúdico.   

E) As propostas poderão ser apresentadas para um, vários ou todos os espaços, separadamente ou articuladas entre si.

Contudo serão mais valorizadas as propostas que contemplem todos os espaços de forma integrada.

F)  Os trabalhos deverão ser entregues:

F.1) em suporte papel

F.2)  com memória descritiva

F.3) de 15 Junho até 15 Outubro 2007 na sede da ART
 – rua prof. Mário Chicó  5, loja,  1600 - 643 Lisboa.

As propostas serão expostas e apresentadas em colóquio a ser promovido pela ART.

Qualquer outra condição ou dúvida serão esclarecidas pela ART.

Contactos: tel/fax: 21 756 81 03    artelheiras@clix.pt

**********************

BREVE  APRESENTAÇÂO   DE  TELHEIRAS

A zona central de Telheiras compõem-se de:

Um eixo antigo, nascente-poente  - a estrada de Telheiras – e dum núcleo antigo que se pretende renovar/reabilitar;

e uma nova centralidade, a Praça Central e  jardim, com o desenho de Francisco Caldeira Cabral, mas que está incompleto no seu canto nascente – o espaço expectante (a) – com cerca de 8.500 m2.


Em volta desta Praça e deste eixo temos:

Um núcleo de casas com piso térreo e 2 pisos em fase de acabamento – o empreendimento da EPUL “Aldeia de Telheiras”, ao longo da Estrª de Telheiras, e que será rematado com um páteo-logradouro do mesmo autor do Parque Central, de que faz a continuação.

Uma célula por urbanizar - o espaço (b) 7.300 m2 - entre a rua Francisco Lucas Pires, a sul, e a Estª de Telheiras (a norte) a rua Filipe Duarte (a poente) e a rua Prof. Francisco gentil (a nascente), onde se insere a Igreja paroquial e o remanescente dum antigo convento em ruína. Tem a poente o Bairro Jardim, um pequeno núcleo de moradias dos anos 1930, em muito bom estado de conservação e de vitalidade urbana, centrado na Alameda Ventura Terra. Em frente, a sul, o Colégio ou Escola Alemã.  Desta célula sobressai a histórica Igreja de Nossa Senhora da Porta do Céu, renovada e em pleno uso. Falta-lhe no entanto um centro social e paroquial. O edifício entaipado anexo, de 3 pisos, conhecido como “convento”, à espera de reabilitação, não terá obrigatoriamente de manter a actual cércea ou volumetria, já que se trata duma edificação que sofreu sucessivas adaptações ao longo dos tempos desde a sua fundação (sec.º XVII).  

Em frente, só as casas da antiga Quinta de Sant’Ana -  a casa lilás, ocupada pela GF-Hifen do  grupo EPUL e a casa amarela, um mini-condominio, estão reabilitadas e em uso (Estrª Telheiras nº 102, fte.,à Igreja)..

A nascente e contíguo com este núcleo situa-se o espaço expectante (a), na continuação do jardim. Até  1998 foi horta e um grupo de moradores com o arqtº Gonçalo Ribeiro Teles idealizaram para ali um espaço público de campos de jardinagem para cultivo de horticulas e flores.  

No sentido nascente em relação à Igreja, a Estrª de Telheiras conduz à Torre Vicentina, nº 79 – um imóvel de 10 andares, no extremo nascente do bairro – e na sua imediação, encostado ao túnel do metro, situa-se um espaço ainda não tratado, mas que não admite mais edificação, o espaço expectante (e) com cerca de  70 m x 15 m.

Para o extremo poente da Estrada de Telheiras, fica o espaço expectante (c) na rua Hermano Neves, junto à Escola Básica nº 57 e J.Infância. Tem 3.515 m2. Em frente um edifício de comércios e serviços e a Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro (Estrª Telheiras).

Fora deste conjunto mas ainda próximo da Praça Central, na r. Prof. Fernando da Fonseca, junto ao acesso à av. Pde. Cruz, fica o espaço (d) entre 2 edificios e com uma edificabilidade limitada a 2 pisos, actualmente vedado pela EPUL, com menos de 2.000 m2.

No extremo poente do bairro, entre a rua prof.Mark Athias e o Eixo Norte-Sul fica o espaço (f) um estacionamento, logradouro das 8 torres habitacionais. Embora em pleno uso, alcatroado, próximo de várias pracetas, poderá ter um melhor arranjo, mais atractivo e ser uma barreira sonora, visual e paisagistica à grande via.


O RESTO  DO  BAIRRO

No seu conjunto – a “ilha“ limitada pelos 3 eixos viários – Eixo Norte-Sul, av. Pde Cruz e 2ª circular - Telheiras tem 98 ha, cerca de 4.300 fogos com uma média por fogo de 3 a 4 habitantes, o total rondará 15.000 habitantes.

Dispersos pelo bairro existem 21.450 m2 de pracetas ajardinadas e espaços verdes. O Jardim e Praça Central já construídos são mais 10.500 m2 de espaço público e verde.

Dispõe de 7 escolas, 2 jardins de infância, 1 polidesportivo, 1 piscina e ginásio privados, 1 biblioteca pública, 1 residência de 3ªidade com centro de dia, 1 esquadra da PSP, 3 parques infantis, vários ATL e infantários privados.

ESQUADRA da P.S.P. PODE SER ENCERRADA! |Topo|

| Maio 2007 |

A Esquadra da Polícia não pode fechar!

Chegou-nos informação de que a esquadra, situada na praça Príncipe de Cândia, poderia ser encerrada e deslocada para o Alto do Lumiar. A eventual transferência, há longo tempo prevista, mais se coloca nesta fase de reestruturação das forças da ordem. A nossa zona é das mais fustigadas pelo crime e esta esquadra, que veio da Rua do Lumiar para aqui há duas décadas dado a grande onda de assaltos já nesse tempo se fazia sentir. Hoje com mais de 17.000 pessoas, mais se justifica uma força policial de proximidade. Recorde-se que esta esquadra cobre as freguesias do Lumiar, Charneca e Ameixoeira. A ART já oficiou para a Assembleia Municipal, Governo Civil, Comando Metropolitano da PSP, Direcção Nacional da PSP, Junta de Freguesia, Ministro da Administração Interna mas à parte os dois últimos, que acusaram recepção do nosso oficio, os restantes nada disseram. Envie também o seu protesto ao Ministro da Administração Interna (fax 213.468.031, tel. 213.233.000 ou e-mail: dirp@sg.mai.gov.pt) ou para o Comando Metropolitano da PSP - (tel. 217.654.242, fax. 217.654.252 ou e-mail: gcrpub@psp.ptt

Acesso ao Carrefour pela R.Hermano Neves|Topo|

Corria o ano 1988, 89 ou 1990 (?) e estava a concluir-se o Euromarché (hoje Carrefour). Não existia ainda o troço do Eixo N-S para alem da 2ªCircular e era preciso um acesso rápido a esta nova grande superfície. Da noite para o dia - literalmente! - apareceu uma saída da 2ª Circular para a rua Hermano Neves, a fim de facilitar o acesso pela ruas João Barreira, Pulido Valente, Nações Unidas até ao hipermercado que ia ser inaugurado daí a dias. Moradores espantados contactaram a Câmara que desconhecia essa obra, nem nada fora autorizado!? Reunião de urgência, nem o próprio Vereador sabia do assunto! Era pois uma obra não licenciada, à vista de todos!! Apuradas as responsabilidades, fora um empreiteiro que dera um jeito e improvisara uma saída viária para servir o novo hiper!!! A mesma foi de imediato encerrada e o hipermercado co-financiou o prolongamento do Eixo N-S até à actual saída para Telheiras. Foi talvez a primeira grande mobilização em Telheiras.

Metro e construção da Praça Central|Topo|

Em 2003 o metro chega a Telheiras mas desde 1999 que a ART sensibilizou a CML , a EPUL e o Metro para construirem os estacionamentos suficientes para fazer face à procura acrescida que se previu e se concretizou. Só a EPUL acabou por construir um parque subterrâneo para oferta pública na Praça Central. Mas a procura e o estacionamento de carros de fora é muito superior.

Bomba gasolina na r. Fernando da Fonseca|Topo|

No Plano Pormenor de Telheiras, de 1972, previa-se uma pequena bomba de gasolina/posto de serviço no terreno junto ao acesso da r.Fernando da Fonseca à Av.Pde. Cruz. Em 1995/6, em vésperas de saída de novas legislação sobre postos de abastecimento de combustíveis e de grande corrida a locais para este fim em toda a cidade, a BP inicia a instalação duma bomba a menos de 5m dos nº 4 da r. Eduardo A. Coelho e do nº 7 da r. Armindo Monteiro. Moradores movimentam-se, a ART apoia-os, baseados nas directivas comunitárias que impediam a construção de bombas em edifícios de habitação ou muito próximos deles. A ART escreve mesmo à BP Internacional, sediada em Londres, expondo o atentado à qualidade de vida que a pretensão da sua filial portuguesa. O Vereador Machado Rodrigues emite um parecer contra tal localização, pois demasiado perto daquele importante acesso rodoviário à Pde. Cruz e o então presidente da CML, João Soares, acaba por travar aquele empreendimento. A EPUL indemeniza a BP em cem mil contos, que acaba por se ir instalar na actual bomba da Estª da Luz - r.Conselº Silvestre Ribeiro - Tvª da Luz. A BP internacional responde à ART informando que a sua filial portuguesa já não irá construir a bomba no local, atendendo às razões avançadas e pede que se informe todos de como a BP tem em conta as questões ambientais e os interesses dos moradores...
O terreno lá continua expectante, estacionamento reservado da EPUL .
Janº 2007/p>

O novo estádio do Sporting|Topo|

Concluído em 2004 o novo estádio Alvalade XXI não veio resolver alguns dos problemas já sentidos com o antigo estádio e veio agravar outros.
Poucas acessibilidades
Uma saída pela rua Alfredo Trindade passando em túnel sob a av.Pde. Cruz para dar escoamento para o Campo Grande acabou por não ser construída, contrariamente ao que estava previsto. Esta solução para além de mais económica, tem a vantagem de dar também melhor saída à futura urbanização da Qtª de Alvalade - atrás da actual Aldeia Olímpica. Mas os acessos ao estádio são depouca capacidade de escoamento: Fernando da Fonseca e Alfredo Trindade para a Pde. Cruz, Francisco Stomp e António Stromp para a Alameda das Linhas de Torres. A sul para o Campo Grande a Cipriano Dourado e a ligação do interface à av.Pde. Cruz são corredor bus.
Falta de estacionamentos públicos Os 1.600 lugares sob o próprio estádio e ainda mais 1.000 lugares de estacionamento público disseminados na envolvente próxima mais lugares públicos num total de 4.250 lugares estacionamento para 54.000 espectadores, ou seja, 1 lugar de estacionamento para 13 espectadores é manifestamente insuficiente quando se sabe que só 15% dos espectadores usam o metro e 80% vêm em carro próprio, segundo um estudo encomendado pelo SCP. Isto equivale a 2,6 espectadores por carro. Há pois um défice muito grande de lugares para estacionar. Isto é confirmado pelo facto que entre 1000 a 1200 veiculos estacionam dentro do bairro em dias de jogo, impedindo acesso a garagens e dificultando a circulação.
Pior ainda: o estacionamento do estádio é mais caro em dias de jogo e não há bilhetes associados a estacionamento, como fora sugerido pela ART e QUERCUS ao Sporting.
Falta de equipamentos públicos e de espaços verdes
A grande densidade de construção prevista para a envolvente do estádio vem retirar os espaços públicos (verdes, de estar e de circulação) que seriam recomendados para a fluidez de tráfego e a segurança que a movimentação de 54.000 pessoas vai gerar, mas também para a qualidade de vida dos futuros residentes da nova urbanização.
Não foram criados equipamentos públicos novos - escolares, culturais ou outros - nem espaços verdes. O SCP construiu somente espaços privados Alvaláxia, clínica Cuf, etc. e mais uma estação de serviço para uma zona onde já existiam três!
Destruição de ciclovia
Significativo do desrespeito pelo cicloturismo e por um modo de transporte salutar, aquando da construção dos acessos sul ao estádio, foi destruída a ciclovia construída dois anos ates. A CML já notificou o SCP para repor este troço, que liga a ciclovia à Estrª de Telheiras e ao Campo Grande.
Futura urbanização
A nova urbanização a construir nos terrenos a nascente do novo estádio, podem vir gerar mais problemas de circulação e de densificação urbana, num espaço onde só existem 4 saidas: Fernando da Fonseca e Alfredo Trindade para a Pde. Cruz, Francisco Stomp e António Stromp para a Alameda das Linhas de Torres. A sul para o Campo Grande a Cipriano Dourado é reservada a corredor bus.

Viaduto e acessos ao novo estádio|Topo|

O viaduto a construir sobre a saída da r.prof. Fernando da que Fonseca para a Av.Pde.Cruz terá a faixa bus que vem do Lumiar para o interface do Campo Grande e uma faixa para quem vai para a 2ªCircular-Benfica. Será um viaduto imediatamente a seguir ao já existente que, segundo afirmado à ART pelo Sporting e CML, não deverá praticamente elevar-se acima da cota actual. Um projecto do SCP de construir o viaduto à altura do 1º andar dos prédios foi travado pela CML, dado os protestos dos moradores. Em vez disso, a actual saída para a Av. Pde. Cruz será rebaixada e passará debaixo desse novo viaduto. O acesso da Fernando Fonseca para a Pde. Cruz terá duas faixas e será semaforizado para alternar a entrada de quem vem do lado poente (Telheiras) e nascente (estádio). A obra está prevista iniciar-se na segunda metade de 2003. O trânsito da nova urbanização a construir no local do antigo estádio deverá sair pela r.Cipriano Dourado directamente para o Campo Grande pelo que a saída pela r.Alfredo Trindade para a Av.Pde.Cruz (junto à bomba da BP) em direcção ao Campo Grande foi abandonada pela CML pois considera que o viaduto a construir será suficiente para escoar todo o trafego. A ART exprimiu as suas dúvidas sobre o bem fundado desta opção. Será também semaforizado o entroncamento da Fernando da Fonseca com a Vieira de Almeida, junto ao quiosque Verde, mas a CML não deu datas para a concretização desta antiga reivindicação. O abaixo assinado sobre esta questão reuniu 601 assinaturas e foi entregue à CML em 27 Março ultimo. Maio 2003

Separadores nas ruas Fernando da Fonseca e Vieira de Almeida|Topo|

Depois de lançar a obra sem placas de aviso nem divulgação junto dos moradores, estes manifestaram-se por diversas vezes (2004) contra esta obra desnecessária pois bastavam os semáforos, há muitos anos reclamados! O separador de dois metros a meio das vias é dispensável quando a ciclovia há muito pedida nunca foi criada. Para mais cortaram-se 30 estacionamentos à superficie do lado norte da r. Fernando da Fonseca, obrigando ao uso dos parqueamentos subterrâneos pagos. A obra foi de tal modo precipitada que nem o próprio empreiteiro tinha licença passada pelo dono da obra, a Câmara! Finalmente o director do Departamento de Trafego recebeu uma comissão de moradores e membros da direcção da ART, tendo-lhes garantido uma melhor regularização da circulação. Mas os semáforos no entroncamento da Eduardo A. Coelho com a Fernando da Fonseca com uma "rotunda" ainda não têm os previstos semáforos. Janº 2006

Hortas e jardim da Qtª Santana|Topo|

Em 1996/7 um grupo de 70 interessados propôs-se cultivar hortas pedagógicas na Qtª Santana num espaço verde com o desenho do arqtº Gonçalo Ribeiro Teles. Essa proposta acolhida pelo Vereador dos Espaços Verdes de então, Rui Godinho, veio a ser inviabilizada pela construção do metro e substituido pelo actual jardim da Qtª. de Santana. Este continua incompleto no seu lado nascente. Um abaixo assinado de 1670 assinaturas é entregue a Santana Lopes em 2002 a pedir a conclusão desse espaço em jardim e não mais um prédio, conforme EPUL pretende.

Gasolineira a mais no Alto da Faia|Topo|

INDESEJADA POR TODOS, APROVADA PELO PRESIDENTE DA CÂMARA

O crime está consumado! Santana Lopes cedeu às pressões futebolisticas! Contra o parecer e moções do seu próprio partido na Freguesia: Assembleia e Junta de freguesia votaram unanimemente contra a localização ali duma bomba de gasolina e nem a apresentação desta questão em Assembleia Municipal de 29/4/2003 e na sessão de 30/4/2003 da Câmara, em que se entregou o abaixo assinado de 137 assinaturas. Em 10/10/2003 fez-se uma concentração que reuniu cerca de sessenta pessoas incluindo autarcas da oposição do Lumiar. Os membros da Junta não quiseram estar presentes à excepção do então vogal de desporto da JF, na altura Pedro Dias: foi o único da JF que apareceu na concentração, a titulo pessoal, não como autarca, e veio-se a saber depois que mandara tirar na véspera a faixa de protesto e se quisesse colocar-se outra só com sua autorização?! Talvez por estas e por outras foi já substituído na Junta! Em 21/10/2003 o presidente da ART foi o único autorizado a falar na sessão da Assembleia de Freguesia. O novo campo já lá está, mas até quando? Com este tipo de "obras descartáveis" é de prever que só ali fique até outro empreendimento mais lucrativo, o venha empurrar de novo dali para fora !

O Presidente da Câmara veio ver o local mas nem convidou a ART a acompanha-lo nesta visita. Foi e veio só e sozinho decidiu!

ARTInformação nº 19 Junº 2004

Bomba de gasolina do Alto da Faia: boicote-a, não se abasteça na GALP!|Topo|

A detestada gasolineira lá está e os incomodos tambem! A zona de protecção, preservando as oliveiras, prevista num projecto inicial, desapareceu para dar lugar à lavagem automática. Em troca vieram fissuras nos prédios adjacentes, mais ruido devido ao recuo das barreiras sonoras e ao para-arranca, cheiro a combustivel, mais luz, o prémio de seguros a aumentar. Uma reduzida banda de um metro de relva e algumas trepadeiras é a barreira de protecção para a rua Frederico George... Moradores e ART falaram com o fiscal da obra mas pouco mais se conseguiu do que o arranjo do estacionamento e do espaço verde com oliveiras. Uma moradora do nº32 pediu uma medição do ruido e aguarda pela resposta. Pediu-se tambem à GALP a apresentação do licenciamento mas até agora nada. Os moradores chamaram diversas vezes a policia durante as obras, dado o ruido e o trabalho fora de horas, mas licenças nem vê-las. Mesmo depois de concluida há que verificar as conformidades e reclamar por recompensas, como um grupo de moradores pretende. Depois de ter pago uma concessão que terá custado entre 2,5 e 5 milhões de contos, a GALP não tem dinheiro para pagar os vidros duplos aos moradores?

ARTInformação nº 20 Dezº 2004

PER e polidesportivo e Bomba de gasolina|Topo|

Em 1996 a população do Alto da Faia insurge-se contra o rebatimento do Eixo Norte-Sul sobre os seus prédios e o corte de parte da r. J. Castro Mendes. Em compensação são construídas barreiras sonoras. Mais tarde em 2000 surge no espaço até aí prometido para jardim um edificio de realojamento, o PER e em compensação a Junta Freguesia construiu um parque infantil (ainda no mesmo local) e um polidesportivo no Alto da Faia (onde agora está a bomba de gasolina da GALP). Em 2004 - a pressão do EURO 2004 era enorme - este polidesportivo é mudado para o seu local actual para dar lugar a uma bomba de gasolina para o Benfica. A ART, a Junta Freguesia e população manifestaram-se e movimentaram-se contra mas sem sucesso. O presidente da CML de então, Santana Lopes, não atendeu à qualidade de vida dos moradores e foi mais sensível a interesses da GALP e do futebol!

Passagens desniveladas|Topo|

Duas das cinco passagens subterrâneas do bairro - sob Hermano Neves e junto à Qtª S.Vicente sob a r. Francisco Gentil - foram tapadas pela EPUL contra a lógica dum circuito pedonal no centro do bairro. Com efeito este evitaria o atravessamento por peões e bicicletas de ruas com muito transito. As outras passagens subterrâneas - 2 na Praça Central, sob a r. Fernando da Fonseca e r. Francisco Gentil, e outra sob a r. Vieira Almeida ligando a Escola ao campo de basquete (r.Delfim Santos) cumprem a sua função. Mas o percurso pedonal e ciclável para percorrer o centro de Telheiras, conforme projecto inicial do bairro, ficou comprometido pela EPUL.

Rua Eduardo Araújo Coelho|Topo|

Um grupo de moradores da rua Eduardo Araujo Coelho lançou o alerta em Agosto passado: a Praça Central tinha "comido" 4 metros à via ao alargar os passeios e fazer estacionamentos em espinha para servir as novas lojas. Para compensar, a CML propunha-se cortar parte do jardim em frente e retirar os estacionamentos ali existentes, reduzindo o passeio do lado do café "Ponto de Encontro"!! Era tirar ao espaço já consolidado há mais de 20 anos para dar aos recém chegados e colmatar um erro ou "esquecimento" de projecto!! Depois de muita movimentação de condomínios, moradores e ART e algumas reuniões com a CML, chegou-se a um entendimento com a CML: manter o que está como está. Junº2004

Praça Central|Topo|

Aí está a praça principal do bairro, com diversos niveis e muito comércio, mas sem o grande espaço que num primeiro projecto esteve destinado a ser. O melhor resultado é a passagem norte-sul sob o viaduto da Francisco Gentil e o fecho desta aos carros, transformada numa aprazivel via pedonal. Bom mobiliario urbano, candeeiros e pontes metálicas de bonito desenho. Mas quem vai manter e pagar os repuxos de água, quando se sabe que outros na cidade estão parados há anos e nem aos domingos funcionam, como estes aliás? Discutivel a banda de prédios que fecha metade do lado sul da praça, quando decerto esta seria mais aprazível em U aberto para o jardim e para o sol, deixando o canto sudoeste da praça numa eterna sombra. Tambem foi de mau planeamento e descuido paisagístico o edificio nº19 da rua Fernando Fonseca corta o enfiamento visual da rua Hernâni Cidade e jardim da policia (Praceta D.João Principe de Cândia) para a Praça Central, Igreja e araucária. Este ponto de vista, desde o alto de Telheiras, é agora em parte interceptado por aquele prédio. Quanto à grande capacidade de estacionamento está longe de estar esgotada, assim as tarifas ou preços de venda as tornem acessíveis! Junº2004

Realojamento de moradores do antigo Núcleo de Telheiras (1993/4)|Topo|

O direito aos moradores serem realojados nos próprios locais aquando duma operação de reabilitação foi sempre defendido pela ART, à semelhança de outros bairros históricos de Lisboa. A recuperação do antigo núcleo de Telheiras, ao longo de décadas, hoje operação imobiliária "Aldeia de Telheiras" da EPUL, representou para muitos dos antigos moradores a saída, negociada ou "forçada", para locais distantes ou para dentro da própria Telheiras, para o PER do Alto da Faia , bairro dos pré-fabricados, etc. Mas um momento houve em que foi preciso travar mais forte a intenção de expulsão da EPUL. Uma vintena de famílias da Estrª de Telheiras, parte antiga, depois de terem acordado com a EPUL mudarem-se para os novos edifícios entre a dita Estrada e a rua Barbosa Soeiro, conjuntamente com alguns comércios que para ali se mudaram - Mini mercado António, restaurante Cantinho de Telheiras do sr.Manuel - vêm-se de súbito mandados para outros locais que não da sua vontade! As casas eram de demasiada qualidade para realojamento e deviam ser postas à venda!! Mobilizadas as vontades e não cedendo às pressões da EPUL, essas famílias conseguiram ser realojados ali, no local onde sempre viveram e que quiseram continuar a habitar.

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