
| A Quinta de Sant'Ana
para Jardim e não para mais prédios|Topo|
O terreno expectante entre rua prof Francisco Gentil e a
estrada Telheiras, no canto nascente do actual Jardim, junto ao Metro e
à Casa Amarela, onde se pretendeu fazer hortas pedagógicas, deve ser
mais jardim. |
Na Quinta dos Inglesinhos - um espaço
apetecível|Topo|
Desde o arranque da urbanização, o espaço entre as ruas Augusto Macedo, Pires Jorge e Manuel Rodrigues da Silva está destinado a ser um equipamento desportivo. Mas contrariamente ao habitual - a entrega do espaço à Câmara para ser esta a construir o equipamento público - esta área ficou na posse do urbanizador, Dr. Ricardo Faria Blanc, para construir um ginásio ou complexo desportivo, até 2 pisos acima do solo. Ao longo destes 15 anos nenhum interessado avançou com o empreendimento. Em 2003 surgiram notícias de que se tentava a alteração do plano junto da Câmara com vista à construção de edifícios de habitação, até 10 pisos. Aí os moradores estranharam! Um abaixo assinado com 600 assinaturas é entregue ao presidente da Câmara em Novembro 2004, contra esta alteração e exigindo a construção do equipamento desportivo, sem resposta até hoje. Em Maio deste ano a Assembleia de Freguesia reúne sobre este assunto com a presença de mais de 400 fregueses e o próprio urbanizador e sua equipa, no que foi uma das mais participadas assembleias de sempre! Nela os moradores manifestaram a sua oposição a mais um prédio e favoráveis ao que sempre se esperou, um espaço desportivo - polidesportivo público, ao ar livre - estacionamento subterrâneo, pista de skate, campo ténis, espaço sócio-cultural. Todos estiveram de acordo que mais prédios não, espaço desportivo público sim. Só quanto às contrapartidas para o urbanizador, que se manifestou disposto a entregar o espaço à Câmara, é que não houve consenso, na medida em que este, em rigor, não tem direito a mais nada, pois não viabilizou o seu direito a edificar nestes 15 anos. Foram apresentadas duas moções: uma aprovada com os votos do PCP e PSD propondo a abertura de negociações numa fase inicial e, caso não fosse obtido acordo, a expropriação do terreno numa segunda fase; outra aprovada com os votos do PS e com a abstenção do PCP e PSD propondo a imediata expropriação do terreno. Ambas foram aprovadas apesar de aparentemente contraditórias sendo a orientação comum a expropriação por utilidade pública do terreno a qual, nos termos da lei, já inclui uma fase inicial de negociações para tentativa de aquisição amigável pelo que a primeira fase da primeira moção é desprovida de sentido. Legalmente a indemnização a que o proprietário teria direito pela expropriação do terreno corresponde apenas a uma pequena parte, cerca de 20%, do valor daquilo que poderia ser edificado i.e. um equipamento desportivo com 2 pisos. Deste modo, as propostas avançadas em Julho pela Junta de Freguesia de permuta daquele lote por um terreno municipal, obviamente onde seja possível a construção de um edifício de habitação de vários pisos já que o urbanizador não aceitaria outra solução, para além de surpreendentes são potencialmente lesivas do património municipal dada a desproporção dos valores dos dois terrenos a permutar. Apenas a expropriação permitirá uma solução rápida, justa e definitiva do problema. A decisão está nas mãos da CML, bem como a subsequente construção do dito polidesportivo. Recorde-se que o urbanizador só pagou 200 mil euros dos 1.500 mil euros que custou à Câmara a construção da Alameda Roentgen, quando desde o início a construção do espaço verde era um encargo do urbanizador. Porquê então mais uma benesse, numa urbanização que já lhe rendeu milhões? Dezº2005 |
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Acessos ao novo estádio: maus caminhos para
peões e ciclovia cortada |Topo|
Os acessos sul ao novo estádio eliminaram a ciclovia, não previram passagens para deficientes e complicaram a circulação para peões, que dantes seguia da estrada de Telheiras a direito até ao metro. Apanhada de surpresa, a ART e a Federação de Cicloturismo alertaram o Sporting, dono da obra, e a Câmara, que não tinha conhecimento desta alteração e ficou de emendar o dano. Está prometido um novo percurso para as duas rodas mas até agora nem o Sporting nem a Câmara refez a sua obra de há quatro anos. São assim o desporto-rei e as grandes obras do EURO 2004! Junº2004 |
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Falta de semáforos|Topo|
os semáforos no entroncamento da Eduardo A. Coelho com a Fernando da Fonseca com uma "rotunda" ainda não têm os previstos semáforos. Janº 2006 |
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Problemas no Paço|Topo|
A Urbanização do Paço do Lumiar, de responsabilidade da EPUL, tem sido votada ao esquecimento. De facto, uma urbanização que deveria estar concluída em 1996, por força do alvará celebrado entre a EPUL e a CML, permanece inacabada e abandonada, não só pela referida empresa pública como pelos competentes serviços camarários. Onde estão as barreiras acústicas, no Eixo Norte /Sul, do lado do Paço do Lumiar? É o ruído do tráfego automóvel que também se propaga para o lado Norte. Onde estão os arranjos das bermas do referido Eixo (já agora com uma vegetação que impeça a opressiva visão da bomba de gasolina instalada no Alto da Faia)? Onde estão as passadeiras de peões nos lugares de maior atravessamento, (como por exemplo entre as ruas Fernando Lopes Graça e a R. Professor Alfredo de Sousa, entre outras)? Onde estão os sinais reguladores de trânsito? Estar-se-á à espera de acidentes para os colocar? Quando é que se retiram os postes de madeira estilo terceiro-mundista, já há muito fora de serviço, com esticadores em aço nos passeios que constituem um manifesto perigo para os peões? Onde estão os ajardinamentos das pracetas, como, por exemplo, entre os prédios da R. Fernando Lopes Graça, R. Alfredo de Sousa e R. Teófilo Carvalho dos Santos? Os moradores, pacientemente têm aguardado pelo cumprimento de promessas feitas pela EPUL e pela actuação dos serviços municipais. Espera-se, todavia, que não os façam aguardar muito mais tempo, pois de tanto esperarem podem desesperar! Dezº 2004 |
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Parqueamentos na Praça Central|Topo|
A ART contactou a EPUL no sentido de se virem a vender estacionamentos em condições preferenciais para os moradores das zonas envolventes. Esta possibilidade poderá vir a ser encarada para os espaços que não sejam vendidos num concurso a lançar proximamente. Junº2004 |
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Estacionamento em dias de futebol|Topo|
Como era previsível mas evitavel, o estacionamento anárquico aumentou no bairro com o novo estádio. Nada serviu as conversações mantidas com o Sporting e Câmara ao longo de 5 anos! O SCP cobra ainda mais caro os estacionamentos em dias de jogo, e não criou um bilhete conjunto parqueamento-jogo, como sugerido nas conversações ART-SCP. A PSP tem incrementado o policiamento um pouco mais mas é a preparar o Euro 2004: e depois dele? Junº2004 |
| A venda da Quinta de
Nª Srª da Paz ao Paço do Lumiar|Topo|
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